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HUMANIZAÇÃO, O QUE É ISSO? E COMO POSSO TRANSPOR ESSE CONCEITO PARA A MINHA EMPRESA?

A busca pelo autoconhecimento faz parte da compreensão de nos entendermos como PESSOAS. Mas, por que é TÃO IMPORTANTE NOS ENTENDERMOS COMO EMPRESA?

Por Mika Amato

Comentamos no texto “Nunca foi tão importante saber se comunicar, mas porque está FICANDO CADA VEZ MAIS COMPLEXO?”, sob a ótica de criar rótulos. Contamos de onde surgiu nosso nome e porque estamos buscando trazer para pauta mais HUMANIZAÇÃO.

Mas o que é humanização?

“Humanizar é afirmar o humano na ação e isso significa cuidado porque só o ser humano é capaz de cuidar no sentido integral, ou seja, de forma natural e, ao mesmo tempo, consciente, conjugando desta forma os componentes racionais e sensíveis.” (Fonte: Scielo)

Esse termo surge quando olhamos pela necessidade de se fazer presente o lado humano dentro do mundo extremamente tecnológico. Entender os benefícios de ser tecnológico sem perder o ser humano, é o que faz as empresas pensarem sobre a ótica do que seria uma empresa humanizada.

Aí é que palavras como: carinho, amor, alegria, autenticidade, empatia, emotividade, afeto… entram no jogo e não somente como um livro de autoajuda ou uma revisão de comportamentos valorizados no passado.

#ficaadica:  preste atenção para este conjunto de ideias no mundo dos negócios, e sobre quem vai sobreviver daqui para frente.
O surgimento de modelos gerenciais que viabilizem esta perspectiva, com empresas capazes de envolver e mobilizar pessoas (de dentro e de fora do seu âmbito) em prol da construção de um futuro melhor para elas e para a sociedade, vai fazer recriar o ambiente empresarial. Afinal, quando se introduz a comunicação na esfera das organizações, o fator humano, subjetivo, relacional e contextual constitui um pilar fundamental para qualquer ação comunicativa duradoura e produtiva.
Humanizar as relações de trabalho é reconhecer verdadeiramente a empresa como um organismo, e não como um mecanismo.
Segundo Arnold Toynbee, estamos no momento de transformação cultural de colapso das estruturas vigentes, de ressignificar. E isso tem relação como a forma que nos conectamos e a evolução tecnológica exponencial. A transição é inevitável.
À medida que os computadores ficam cada vez mais inteligentes, e passam a realizar tarefas antes feitas pelas pessoas, essas terão que desenvolver habilidades que lhes deem vantagens sobre as máquinas, como por exemplo, pensamento crítico e criatividade.

Aprender a desaprender e reaprender passar ser fundamental.

Raj Sisodia cunhou o termo “firms of endearment”, explicando ser uma empresa amada pelos stakeholders ao trazer interesses de todos para alinhamento estratégico. São empresas que atendem às necessidades funcionais e psicológicas dos stakeholders, de maneira que encantam e produzem afeto e lealdade. Dá para querer mais? Então, é hora de valorar os ativos intangíveis sim, mesmo num mundo em que a realidade parece ser bem diferente disso.
Toda essa discussão, passa por como adotar essas premissas e comunicar para fora e dentro, gerando resultados expressivos e duradouros. A gente pode e quer te ajudar nesse processo. Vem com a gente!
Fique conectado aos nossos conteúdos semanais, que vamos abordando mais assuntos sobre essa ótica ao qual estamos inseridas e acreditamos veementemente.

Se quiser abrir um diálogo, mande e-mail para oi@desrotuladas.com.br

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